quinta-feira, 3 de julho de 2008

Quero – Parte Segunda


Quero ser um peregrino
Beijar a face de todos no meu caminho
Conhecer o mundo inteiro
Viajar nos braços do anjo matreiro

Quero estas grades explodir
Abrir minhas asas bem longe daqui
Aproveitar cada sorriso
Nunca perder nenhum momento decisivo

Quero todas as barreiras quebrar
Nunca deixar o tédio me pegar
Ser luz na escuridão
O bálsamo que perfuma o coração

Quero conquistar o seu amor
Te fazer suar com o mais puro ardor
Não deixar o óbvio me afetar
E deixar uma vida mais profunda me abençoar
Caio Paquez Lucon

Quero


Muitas vezes eu não vivo o momento
Antecipar é somente um tormento
Se tudo pode acontecer
É tão inútil a vida tentar prever

Muitas vezes o tempo pára
Vivo o agora sem amarras
Daí sim sinto a eternidade
Pois tudo conspira a favor da liberdade

Escrevia e uma amiga me sorriu
A caneta poeticamente caiu
Espero sempre ter ao menos um amigo
Para dar e receber abrigo

Quero sempre me apaixonar
E pessoas especiais encontrar
Sua boca quero beijar
Ah e isto não há como não ansiar !
Caio Paquez Lucon

terça-feira, 1 de julho de 2008

Senhor Bem-Estar !


Acho que nem estou mais aqui
Passei a outro estágio, evoluí !
Isto não é euforia
É a mais pura magia !

Sem medo de viver
Fazendo o universo estremecer
Se você quiser se apaixonar
É só me chamar !

Você me faz tão bem
Eu te fiz voltar a viver
Não sei e não antecipo o que vai acontecer
Mas só sei que vou te enlouquecer !

Não ! Agora nada pode me parar
Viajo com a velocidade de uma estrela solar
Não há como você evitar
Eu sou o Senhor Bem-Estar !
Caio Paquez Lucon

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Canção para os hipócritas

Vocês são a pura hipocrisia
Passam na vida sem a menor magia
Tenho pena de vocês
Como profetiza a música “são vermes e pensam que são reis”

Se gabam por ter poder
Mas nada disto pode meu espírito prender
Sou livre para desafiar
E logo logo este jogo estúpido ganhar

Quando menos esperar
Vou dizer adeus e me libertar
A minha revanche está prestes a chegar
Vou cuspir nos seus narizes sem nenhum pesar

Escrevo esta poesia com uma gargalhada
Vocês são a personificação da patacoada
Estou tão feliz que está acabando
Os senhores serão somente uma lembrança do que nunca quis ser daqui um ano
Caio Paquez Lucon - ha ha ha

terça-feira, 24 de junho de 2008

Um novo dia


Olho para o alto e vejo um arco-íris
Ao meu pensamento me vem a deusa Isis
Será que realmente no final existe um pote de ouro ?
Sei que ele é sinal de bom agouro

Respiro e todo mal se desfaz
Inspiro e me sinto invadido de paz
Quero fugir daqui
Mas ainda há uma paixão a sorrir

Velhos amigos se vão para a imensidão
Novos surgem e aquecem meu coração
A vida é algum tipo de mágica
No final percebemos que tudo se encaixa

Hoje tudo vai ser diferente
Toda manhã o novo lhe dá a chance de mudar o que sente
O que me incomodava já não consegue me afetar
Passei ao novo estágio do falcão a voar
Caio Paquez Lucon

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Do que você tem medo ?

Do que você tem medo ?
O que sentimos não é mais nenhum segredo
Ficamos sempre sem chegar lá
Parece um filme de sedução “noir”

Não canso de com você flertar
Você gosta e se põe a olhar
Não há como negar
Você quer mas talvez tenha medo de se entregar

Às vezes chego a me irritar
Mas todo este jogo me faz excitar
Do que você tem medo ?
Você sabe o que sinto por você não é mais nenhum segredo

Espero e espero por você
Não vejo a hora de acontecer
Pare com este medo
Nós formamos um time perfeito
Caio Paquez Lucon

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Hoje o mundo é meu


Vou encantar, correr e te provar
Não há limites que eu não possa quebrar
Se alguém ainda não percebeu
Digo aos quatro ventos: hoje o mundo é meu

Vou beijar, animar e deslizar
Todos querem comigo dançar
Se alguém ainda não percebeu
Digo aos quatro ventos: hoje o mundo é meu

Desejar e tudo conquistar
Não há nada que possa me parar
Se alguém ainda não percebeu
Digo aos quatro ventos: hoje o mundo é meu

A música começa a tocar
A mais bela canção é minha para me homenagear
Se alguém ainda não percebeu
Digo aos quatro ventos: hoje o mundo é meu

Não há como você não me querer
Eu sou o rei do prazer
Se alguém ainda não percebeu
Digo aos quatro ventos : hoje o mundo é meu !
Caio Paquez Lucon