quinta-feira, 1 de maio de 2008

Promessa

Quando a dor seu corpo tomar
E parecer que todo o mundo vai se acabar
Resita, acredite no poder da esperança
Somos seres feitos da mais pura bem-aventurança

Todos passam pelo céu e pelo inferno
Tudo aqui é um aprendizado eterno
Não esqueça nunca o que te faz sorrir
Mesmo no meio da turbulência o seu anjo te bendiz

Não importa o que acontecer
Comigo agora, vamos prometer :
Não deixar de cada minuto aproveitar
E de não deixar a vida pelos nossos dedos escapar
Caio Paquez Lucon

terça-feira, 22 de abril de 2008

LIVRE



Tive que chegar de tudo duvidar

No meu medo me afundar

Na minha prisão me fechar

Tive medo de tudo: do falar, do andar




De repente era hora de encarar

De encarar a vida de frente ou parar

Não quis colocar barreiras no meu caminho

Fui em frente e desafiei o destino




A vida é questão de fé

Você não sabe se amanhã vai estar de pé

Mas estas lágrimas me fazem renovar

Agora não há como voltar, decidi voar




Voar para o infinito de tudo que eu posso ser

Sem medo de sentir, de tocar, de viver

Agora acabou, já posso partir

Meu novo caminho começa a se abrir

E o meu EU verdadeiro finalmente sorri


Caio Paquez Lucon

terça-feira, 8 de abril de 2008

Diversão



Não ! Eu não quero só um pedaço
Eu quero tudo e ainda fazer estardalhaço
Vou abrir mais uma e mais uma exceção
E não me importar de navegar na imensidão
Venha agora e eu posso agüentar
Eu te farei delirar
Se você quer viver de novo é só me ligar !
Pra que tempo perder ?
A vida é uma só e é tempo de viver
Viver, arder e enaltecer !
Caio Paquez Lucon

terça-feira, 25 de março de 2008

Sou cada sensação


Do zen à inquietação angustiante
Da pura animação a um triste e calado semblante
Da certeza à dúvida conflitante
Da pura educação à deselegância
Da humildade à arrogância
Passo de um extremo ao outro e aproveito cada estância !

Sinto em cada instante uma pulsante excitação
Vou do hedonismo à religiosa contemplação
Me jogo de cabeça em cada paixão
E não busco a alheia compreensão

Do total contentamento à pura insatisfação
Da segurança madura à cortante indecisão
Do medo da derrota à certeza do campeão
Quero sentir sempre o êxtase de cada sensação

Que eu seja superficial, profundo e extremado
Gostem ou não sou assim: apaixonado
Afinal eu e todos os poetas conhecemos aquele ditado
A sorte está ao lado do ousado


Caio Paquez Lucon

segunda-feira, 24 de março de 2008

Volte a ser você


Apesar de o tempo rápido passar
Ás vezes é difícil esperar
A angústia e ansiedade insistem em te pegar

No fundo você não quer se importar
Mas nunca foi remédio eficaz as coisas ignorar
Viva o momento sem antecipar e tudo vai se transformar

Os outros nunca vão do seu sonho compartilhar
Na verdade a maioria das pessoas mal com você vai se importar
Não aumente a força do descaso e se deixe afundar no pesar

Tudo hoje começou bem e vai acabar em esplendor
Encontrei o desejo e ele me casou prazeroso estupor
E agora de pouco se confirmou a sorte do ousado com o beija-flor
Caio Paquez Lucon

quinta-feira, 20 de março de 2008

Te Ver


Eu faço minha sorte
Gosto de ter a paixão como minha consorte
Eu procurei cada momento te encontrar
Agora é você que tem prazer em comigo estar

Às vezes é difícil expectativas não criar
Mas vou com calma para cada momento degustar
A paixão precisa primeiro de olhares para trocar
Mistério e charme para depois a explosão nos tomar

Se você procura tanto por mim quanto eu a você?
Ainda isto posso não saber
Mas ver sua face faz o dia anoitecer
E tocar seu corpo faz a noite amanhecer
Caio Paquez Lucon

segunda-feira, 17 de março de 2008



Você diz algumas palavras que me fazem certas coisas imaginar
Não gosto de me iludir ou certas coisas esperar
Mas é tão estranho certas conversas suas escutar
Que começo a duvidar

É excitante esta dúvida permanecer
Mas o desejo me faz às vezes enlouquecer
Queria ter certeza ou te perguntar pra valer
Isto vai continuar ou você vai pagar pra ver?

Comigo você vai ter o que já quase chegou a esquecer
A explosão dos desejos e noites de prazer
Ah, pague logo pra ver
Vamos parar com este jogo e estes corpos estremecer
Caio Paquez Lucon