sexta-feira, 14 de outubro de 2016

India

Um santo virou
Família largou
De país mudou
Sua lenda caminhou

Que viagem
A vida quer nossa coragem
Não importa o que você seja
Siga o que seu coração almeja

Jack virei
Em meu sonho me transformei
Não vou mais nada esconder
Sou eu mesmo a me transcender

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Sem limites

Quis escrever
Não sei sobre o que
Olhei para o girassol
E escapei da presa do anzol

Ando tão positivo
Me sinto bem quisto
Uma consciência dourada
Saindo de toda fachada

Ser ou não ser
Shakespeare a nascer
Mil almas no coração
Tudo é possível na imensidão

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Vida

Me sinto tão positivo
Livre como o céu azul vespertino
O que tenho vou curtir
Voar, correr, partir

Que vida
Sempre querida
Maravilha dada
Aurora sonhada

Obrigado ao Universo!
Que nossa vida
Seja sempre um lindo verso!

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Jack e o Universo‏

Como me amo

Sou um poeta em meu âmago!

Minha vida é pura aventura

Uma grande literatura!



Sem medo sigo

Como o dono do perigo

Sinto a vida pulsar

No meu corpo solar



Estou a me transformar

Em luz estelar

Não tenho barreiras

Sou um universo sem beiras



Amor infinito

E tenho dito!

Sou o universo

Em um sonoro e longo verso!

sábado, 27 de agosto de 2016

Caminhando para o outro lado‏

É...

É uma patacoada

Uma grande manada

Que busca a pílula dourada



Vou odiar por um instante

Mas logo iluminar o rompante

Os sentimentos em contato estar

Vou da cara do Samsara gargalhar



Sou livre

Desloco-me com a luminosidade

Tudo que preciso me é dado

Vejo e caminho ao outro lado

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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Musiquinha para a vaquinha‏

Vaca na privada

Você merece uma palmada

Bater sua cabeça na calçada

Sair rindo da sua cara lavada

La La La La La, La La La La La La

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Florbela

Não tenho direção
Ando na vida livremente
Agora e sempre

Direita, esquerda
Me embrenho na alameda
Com luz ou na escuridão
Acredito na imensidão

Quero estar presente e aproveitar
Morder como quem vai beijar
Tenho que voltar a ler Florbela...
E ver a vida como uma infinita cidadela

Poesias...
Beijos...
Canções...
E maresias